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domingo, 31 de dezembro de 2006
marcas na calçada
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
gelo
Serra da Arrabida

caminhando, por entre veredas estreitas, numa tarde de um lindo Verão, sob o olhar atento, a paisagem, agreste a nossa volta, deixava ver uma beleza escondida, la no fundo uma mar de aguas calmas, o navio marca o rumo da ilha, segura e calma como calmo foi o dia rssss....

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
poema
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é o canto da sereia
que me encanta , me alucina.
É sol quente que calcina,
és montanha, mar, areia.
És tudo o que procurei
e por isso, amor, te digo
que teu corpo, teu abraço,
tua boca, teu regaço,
é tudo o que sinto falta
Sempre que não estou contigo
Este poema que escrevo
com carinho, com amor
serve apenas para dizer
que te amo, podes crer!
preciso do teu amor!!! ell O teu amor
é o canto da sereia
que me encanta , me alucina.
É sol quente que calcina,
és montanha, mar, areia.
És tudo o que procurei
e por isso, amor, te digo
que teu corpo, teu abraço,
tua boca, teu regaço,
é tudo o que sinto falta
Sempre que não estou contigo
Este poema que escrevo
com carinho, com amor
serve apenas para dizer
que te amo, podes crer!
preciso do teu amor!!! ell
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
calçada portuguesa
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Luz e cor amor e paixao
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Luz, muita luz, nesta cidade que se adora no olhar feita de ruas e ruelas becos e calçadas, em cada canto uma descoberta, um dobrar de esquina, um reencontro com a magia.
NATAL sempre lindo no colorir desta cidade, as ruas e Av. estao diferentes, mas sempre sem perder o encanto e magia que se libertem das pedras da sua calçada.
Vamos percorrer e dobrar cada lugar, encontrar o beijo fugidio, no olhar de um encontro, na esperança de que em cada lugar, como se em todos fosse a vez primeira.
Este original, presepio pode ser admirado na Rua dos Anjos, esta lindo pela simplicidade, de como, de via ser sempre os encontros, vestidos de uma beleza na simplicidade da humanidade, sem soberba.
autor(casa gravimetal)
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
domingo, 3 de dezembro de 2006
viagem
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de que rios me falas, revoltos destas aguas imensas, ou nas aguas calmas do estuario ja feito mar para cá da imponente e majestosa ponte , que debaixo de si seguram as aguas revoltas .
Ora calmas ora revoltas deixam, os amores perplexos, com os gemidos que se soltam em cada vaga, que os corpos envolvem e beijam de um imenso prazer.