
teus dedos espalharam petalas que dizem teu nome sob a nossa cama mãos que afagam meu corpo deixam saudades cada vez que partem lindo teu nome flores de vida cheia de emoçoes trasem a praia envolto na bruma da manha sede vida beijo ell
Há muito que tenho sede Sede que me faz gritar A esmola da gota d'água Que ninguém tem p'ra me dar Há em mim sede de Agosto, Da água que não correu, Das flores que secam nos vales. Sede que a sede me deu. Tenho a sede das searas E das crianças sem mãe. Tenho sede (tanta sede !) Da água que nunca vem. Eu tenho as sedes das fontes Que correm para ninguém. Tenho sede de outras sedes. Da sede que a sede tem. (Maria Duarte / Custódio Castelo)